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E quando a tecnologia falha? – A importância de estudar a apresentação

Nota: Este conteúdo foi escrito antes da BrainStory, marca que evoluiu da Slide Lab.

 

No passado dia 22 de Março estivemos presentes numa conferência sobre Inteligência Aumentada, chamada CONVERGE, que se realizou no Centro Cultural Kirchner em Buenos Aires na Argentina.

O evento contava com muitos oradores, vindos de imensas áreas e de diferentes indústrias. Oradores de empresas como a Amazon, Google, Telefónica, entre outras, estiveram presentes e fizeram as suas apresentações. Todos, sem excepção, contaram com a preciosa ajuda de um powerpoint ou de um keynote. Eram no geral, slides simples, que recorriam em especial a imagens e conceitos-chave, como sempre recomendamos na Slide Lab.

Mas o que nos levou a escrever este blog post não foram os slides simples, ou a apresentações que correram bem, foi sim uma apresentação que a determinada altura deixou de contar com a ajuda da tecnologia.

Uma das primeiras apresentações foi feita por Martín Migoya, CEO da Globant, a empresa que criou e patrocinou a conferência CONVERGE.

Martín tinha começado a sua apresentação há cerca de cinco minutos e todo o seu discurso estava ilustrado com as imagens e visuais que iam aparecendo nas telas gigantes que estavam atrás de si. As imagens e os visuais tornavam a sua mensagem mais clara e ajudavam a explicar e transmitir de forma mais imediata tudo o que queria partilhar.

Mas, contra tudo o que era esperado, especialmente num evento desta dimensão, onde a plateia repleta de directores e gestores esperava o melhor, do melhor, a tecnologia falhou. Algum erro técnico fez com que, de repente, todos os ecrãs ficassem negros, sem nada.

E quando a tecnologia falha? O que se faz? Pensámos, e pensaram todas as pessoas presentes na plateia.

Martín olhou para trás e percebeu que já não contava com o apoio visual da sua apresentação. De uma forma improvisada (mas quase planeada) pegou nos pequenos cartões onde tinha apontado as linhas gerais do seu discurso e seguiu com a sua apresentação. O público continuou a ver o seu orador seguir com a sua apresentação, quase como se nada se tivesse passado.

 

Passados alguns minutos, os ecrãs voltaram a ter cor, o powerpoint voltou a ser projectado e Martín, pousou os seus cartões e terminou de forma brilhante a sua apresentação.

Desta história, deste exemplo real, podemos retirar várias conclusões:

1 – A importância de estudar bem a sua apresentação

O primeiro de todos, é, de facto, ter a sua lição bem estudada. Estude sempre, sempre com antecedência a sua apresentação e saiba bem o seu discurso.

2 – Não dependa do Powerpoint para fazer a sua apresentação

Para isso, pratique a sua apresentação com e sem o apoio do powerpoint. Como vimos a tecnologia pode falhar, e falha, mesmo nos momentos menos oportunos, e é importante sabermos como continuar a nossa apresentação sem recorrer a nenhuma tecnologia.

3 – Escreva em cartões pequenos as ideias gerais da sua apresentação

Dessa forma, se a tecnologia f alhar, tem sempre uma plano B ao qual pode recorrer.

4 – Espere sempre o inesperado

Mesmo quando praticou, testou, verificou tudo, algo pode falhar e isso não é o fim do mundo. Esteja preparado para continuar mesmo quando tudo o resto falha. Para isso, é importante entrar em “palco” relaxado. Há exercícios de relaxação e de concentração que os actores fazem antes de entrar em cena que podem ajudá-lo, como por exemplo: respirar fundo, diversas vezes; fechar os olhos e visualizar-se a fazer a sua apresentação de uma forma brilhante…

Por isto, quando a tecnologia falha, um apresentador bem preparado continua a sua apresentação e consegue atingir o seu objetivo, passar a sua mensagem de forma eficaz à sua audiência.

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