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A Simbiose entre História e Orador

Nota: Este conteúdo foi escrito antes da BrainStory, marca que evoluiu da Slide Lab.

 

O sucesso de uma apresentação é resultado da simbiose entre história e orador.

A comunicação entre seres vivos é um dos comportamentos mais ancestrais de que há memória. Este comportamento não se restringe aos seres humanos, sendo que todos os habitantes da terra, por razões diferenciadas, têm necessidade de interagir. Seja por gestos, sons, odores ou apenas o olhar, a verdade é que a comunicação é uma necessidade universal.

Apesar disso, existem seres cuja capacidade de interação e agregação é superior. E é no ser humano que este comportamento é amplamente mais percetível. Todos nós conseguimos interagir, mas, apesar disso, existem alguns mais dotados dessa capacidade que outros, seja por uma questão de confiança, por melhor dicção ou apenas por estarem mais predispostos a comunicar.

Quando se trata de falar para mais do que uma pessoa, a nossa capacidade oral assume uma importância extrema, pois queremos que a mensagem seja entregue e percebida por todos que nos ouvem. Mas para isso não basta ser bom comunicador.

Acima de tudo é necessário que a mensagem que nós queremos reproduzir, seja interessante e envolvente o suficiente para que quem a escuta fique atento e curioso.

As boas histórias conseguem sempre contagiar. E é nesse sentido e estabelecendo uma ligação com o mundo corporativo, que cada vez mais a forma como o conteúdo é comunicado importa numa apresentação. Uma história tem um papel crucial no sucesso do orador, pois permite que este consiga criar uma sequência de ligações mentais, que o ajudam a desenvolver a sua apresentação de uma forma simples, organizada e inteligente. A construção da apresentação, com base nesta estrutura, não só irá ajudar a que o orador se sinta mais à vontade, pois consegue visualizar a mesma, bem como ajudá-lo-á a não depender totalmente do conteúdo de suporte.

Apesar disso, e como já foi referido anteriormente, a capacidade oral não é uma capacidade intrínseca a todos, sendo que existe a necessidade para muitos de treiná-la. Isto é, treinar esta competência, torna possível, a todos, exprimir o conteúdo que pretendem de uma forma mais adequada às suas capacidades.

Para que exista essa melhoria é, então, necessário que o orador assimile a história e todos os seus momentos. Como? Contando a história a si próprio e treinando as várias ligações e pontes entre os momentos, para que se consiga situar sempre no discurso.

 

É ainda fundamental que o orador, se compreenda a si próprio, e identifique que tipo de comunicador quer ser, e como se sente mais à vontade. Se é uma pessoa mais sociável, talvez seja possível usar uma abordagem mais informal, através de um tom humorístico, por exemplo. Ou por outro lado, caso seja uma pessoa mais tímida, talvez seja melhor usar um registo mais formal e contido.

De uma forma geral, existem pontos que são comuns a todos e que revelam uma importância maior do que se pode imaginar, à primeira vista.

Por exemplo:

O discurso deve ser claro, simples e não monocórdico, referindo várias vezes a mensagem principal, experimentado várias variações nas expressões;

O orador deve procurar criar uma conexão emocional entre a história e a audiência;

Deve também estabelecer contacto visual com a audiência enquanto fala;

É importante existir uma boa capacidade de resumo, que conduza a audiência a uma ação baseada na mensagem principal que está a ser apresentada;

O apresentador deve utilizar uma roupa com a qual se sinta à vontade, não estando preocupado com nada mais do que a apresentação.

De uma forma geral e simplificada, tanto o orador, como a história necessitam de ser coerentes, devendo funcionar em perfeita simbiose.

Na Slide Lab, acreditamos que não é preciso ser o melhor contador de histórias ou o melhor comunicador para fazer uma apresentação de sucesso. Se tivermos em mãos uma história bem estruturada e inspiradora, acompanhada de alguém bem treinado e consciente das suas capacidades, iremos brilhar com certeza!

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